sábado, 15 de outubro de 2011

Projetando a semana de 17 à 21/10: IBOV, Dólar e S&P500



Os últimos estudos postados (tanto o de sábado, 07/10, quanto os anteriores), continuam válidos mesmo após a forte alta vista nos pregões dessa semana, mundo à fora.

Obs.: Os estudos a seguir se baseiam principalmente nos números de Fibonacci e nas Ondas de Elliott.
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IBOVESPA

Os objetivos para o "fundo do poço" continuam os mesmos: "...inicialmente ir buscar os 47.793 pontos (mínima de 08/08), que se perdidos projetará queda até os 37.850 pontos...".

Pode parecer "forçado" não pensar que a alta vista nessa semana (7,39%) seja uma mudança definitiva de tendência. A grande verdade é que para que isso aconteça, ainda há um bom caminho pela frente, sendo o gatilho "comprador" (para se montar uma carteira de ativos), o rompimento da máxima de 01/09 (58.589 pontos).

O ideal (pelo menos o mais seguro) seria romper esse topo, esperar o pullback e aí sim, entrar comprando. A afobação nesse momento pode custar caro.

Qualquer situação além dessa é desconfortável, para não dizer perigosa, com um risco x retorno não favorável. Nesse ponto você deve estar se perguntando:

- Weberson, mas como não ficar de fora desses movimentos de alta, mesmo que corretivos?

Se você é Especulador, como é o meu caso, aconselho ir operando daytrades (que podem até se transformar em operações de alguns poucos dias, mas sempre com o stop curto). Caso contrário, pelo menos até o mercado ficar comprador de fato, direcione o seu capital para o Tesouro Direto, que te dará +/- 0,90% / mês, suficientes para te proteger da inflação (pelo menos a oficial). Vale frisar que dificilmente você encontrará algum "enlatado bancário" que consiga bater, em rentabilidade, os títulos do TD.

Nos gráficos menores, a LAD do Ibovespa (que a partir de hoje, mostra o gráfico semanal) segue em linha com o índice, sem apresentar divergências.
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DÓLAR FUTURO

Novamente o movimento de alta dos Mercados Mundiais, nos últimos pregões, aliviaram a pressão sobre o Dólar, fazendo-o recuar pela segunda semana consecutiva (-2,36%), mantendo-o ainda dentro do canal de baixa, mas próximo ao teste no piso do canal, região onde deve encontrar força compradora.

Se o cenário continuar melhorando, o que é pouco provável, já que não existem, pelo menos por enquanto, medidas sérias e de efeito prolongado sendo tomadas (e sim, simples paliativos que em breve vão "cobrar a conta"), o Dólar deverá perder terreno.

O contrário também é verdade, ou seja, se a "bomba relógio" explodir, o Dólar vai junto, no sentido inverso..

Minha expectativa ainda é o cenário marcado como "mais provável" ("...atingir os R$ 1,961..."). Essa projeção só será desfeita com a perda da mínima de 30/08, em R$ 1,627.

Continua valendo: "... se rompido o topo de 22/09, os alvos para o dólar futuro estarão na casa dos    R$ 2,33 e R$ 2,55 (final), o que significaria que a situação econômica mundial piorou e muito, aos moldes do Subprime ...".
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    STANDARD & POORS 500

    Com praticamente nove pregões seguidos de alta (com ganho semanal de +5,98%), o S&P vai se aproximando de um importantíssimo ponto de resistência, marcado no gráfico abaixo. Se romper essa região, a tendência e de que a "correção de alta" vista nos últimos dias, acabe virando uma "tendência de alta", e não mais uma simples correção.

    Após tantos pregões positivos, é natural (e esperado) que o mercado faça correção na próxima semana.

    Em linhas gerais, o momento é de atenção para não ser pego no "contra pé" do mercado.

    E por fim, segue nas telas laterais o VIX, que refletiu o otimismo dos últimos pregões (inversamente como é esperado), apesar de não ter perdido ainda o estudo por Elliott.
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