quarta-feira, 9 de março de 2011

Opções (à seco): O que esperar?



Considero essa semana como perdida, pois dificilmente teremos volume negociado entre hoje e sexta-feira. Com isso, as oportunidades em Ações se tornam escassas e consequentemente com as Opções (pelo menos na modalidade que gosto de operar, que é "opções à seco") também (além de mais arriscadas durante esse período).

Com essa semana perdida, teremos somente mais 5 pregões antes do vencimento da série C (21/03), e como não opero Opção que tenha vencimento próximo (1 semana), a partir de hoje deixo de
buscar oportunidades na C, me concentrando na série D (vencimento em 18/04) e em alguns casos na série E (vencimento em 16/05).

Isso em Petrobrás e Vale. Deixo de lado Opções de menor liquidez (OGX, BVMF, TNLP e GGBR).

Olhando para PETR4 / VALE5, ambas não estão em um bom momento. A Petrolífera está prestes a testar o topo anterior, mas já pedindo água devido a praticamente 17 pregões em alta. Para Opções (à seco), o ideal é aguardar correção desse movimento de alta, só abrindo operação quando em ponto de reversão (onde haverá esgotamento da força vendedora).

Comprar Opção no rompimento da Ação mãe (PETR4) é pedir para tomar toco.

E por fim, a Mineradora, que segue congestionada entre 48,13 e 50,73, mas ao mesmo tempo dentro de um movimento de retração (considerando topo em 02/02 e fundo em 10/02). Essa retração tem objetivo inicial em 48,13 e final em 45,46.

Se vai lá? Eu e que não pago para ver (pelo menos não com Opções).

Para a Vale, operar Opções à seco somente após romper (em fechamento) os 50,73.
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