sexta-feira, 4 de março de 2011

Ibovespa para 04/03/2011



Os mercados asiáticos surpreendem no último pregão da semana, ao fecharem com alta superior a 1%,  fato esse que vai puxando as principais praças da Europa, com destaque para a alta de 0,86% de Frankfurt.

Nos EUA, o Dow Jones fechou praticamente em cima da resistência de 12.261 (o fechamento de ontem foi em 12.258), ou seja, o índice continua congestionado. Com isso, o que nos resta é repetir o mesmo de ontem ".... congestionado entre a resistência de 12.261 e o suporte em 11.983. Romper acima mantém a busca pelos 12.400. Já perder o suporte significa pivô de baixa = calor para os comprados ...".

Os índices futuros seguem em leve alta na manhã dessa sexta, o que alinhado com Ásia e Europa podem alavancar o início do pregão no DJI, a exemplo do que aconteceu nos 4 candles iniciais do pregão de ontem (vendo o gráfico de 5 minutos).

Resumindo, mantenho o mesmo cenário de ontem: "...neutro (fruto da indefinição do DJI e do seu cabuloso fechamento em cima da resistência), com viés altista (puxado pelo otimismo na Ásia + Europa)...".

Analisando o Ibovespa:

O bom fechamento do IBOV no pregão de ontem (+1,28%) levou o índice a romper a resistência de 01/03, e consequentemente deixar um fundo no diário, situação essa que sinaliza viés de alta para o curto prazo. Temos pela frente a forte resistência formada pelo topo de 18/02, em 68.225 (o fechamento de ontem se deu aos 68.145 pontos). Romper aí confirma o tão esperado pivô de alta no diário, deixando o caminho livre para buscar os 72.000.

Como suporte imediato temos parada em 66.050 pontos.

Pelos indicadores, meu IE segue sem sinalização. Já o H-MACD cancelou a divergência citada ontem, se alinhando com a alta dos dois últimos pregões. O volume e que ainda preocupa (talvez fruto do feriadão pela frente), e sem volume não vejo o índice buscando dias de alta.

Fazendo uma sopa com tudo isso, vejo o cenário interno como neutro (véspera de feriado somado à proximidade dos 68.225), com viés positivo (puxado pelo mercado externo, a não ser que o DJI refugue o teste de ontem).