segunda-feira, 14 de março de 2011

Ibovespa para 14/03/2011



Os mercados Asiáticos fecharam no 0x0 nessa madrugada, com exceção para o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio, que despencou 6,18%, fruto do desastre natural que assolou (e ainda assola) o Japão. O que vejo nessa situação são os investidores saindo da bolsa, evitando à exposição do capital nesse momento de dúvida. Mas não nos enganemos, os Japoneses são os maiores especialistas mundias em ressurgir das cinzas. E não será diferente dessa vez.

O clima de incerteza deve ditar os rumos nessa semana, o que já vai se mostrando nas principais bolsas europeias nessa manhã, que por enquanto trabalham negativas, com destaque para a queda de 1,34% do DAX (Frankfurt.

Olhando para o novo continente, o Dow Jones fechou novamente dentro da congestão (pelo 13º pregão seguido). Com isso continuam os mesmos pontos de pressão: Resistência em 12.283 e suporte em 11.983. Sem romper um dos extremos continuaremos com um mercado "meia-boca", de total indefinição.

Os Índices Futuros Americanos seguem alinhados com a incerteza do cenário na Europa / Ásia, e trabalham negativos nessa manhã.

Resumindo, o cenário externo continua com viés negativo, desenhando mais um dia de perdas (pelo menos para os comprados).

Analisando o Ibovespa:



O fechamento da última sexta, a exemplo do que aconteceu no DJI, trouxe o IBOV novamente  para dentro da congestão, deixando o cenário (que se desenhava ruim a curto prazo) incerto

Como pontos de pressão continuamos com resistência nos 68.225 e suporte em 66.050 pontos. Até romper um dos extremos o mercado seguirá dando violinada nas duas pontas (comprados e vendidos).

Olhando para os indicadores, meu IE seguem sem sinalização. H-MACD continua com sua leve divergência baixista (apesar dos preços estarem em congestão). O volume veio na média.

Por fim, apesar da alta de sexta-feira, o cenário para hoje continua neutro devido à congestão do índice, mas com viés negativo, puxado principalmente pelas incertezas externas e a aversão ao risco, que deve trazer fuga de capital estrangeiro da bolsa brasileira. E sem o dinheiro gringo a BM&FBovespa não decola.
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