segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Ibovespa para 28/02/2011



Bom fechamento da Ásia nessa madrugada (Shanghai Composite e Nikkei, ambos com +0,92% e Hang Seng com +1,42%), que senão ajuda os principais índices europeus (que nesse momento seguem estáveis, com destaque para a queda de -0,47% de Londres), pelo menos não atrapalha.

Pelas Américas, o Dow Jones, após testar a região de reversão por Fibo (12.030 pontos), vai dando pinta de deixar um fundo no diário, ao fechar em alta de 0,51% na última sexta-feira. Um fechamento hoje, acima do máxima de sexta confirmaria tal cenário, impulsionando o ânimo das massas para o teste dos 12.400 pontos (resistência imediata). Como suporte temos os 11.980 que se perdidos abriria um pivô de baixa no curto. Pivô de baixa = novas quedas.

Os Índices Futuros seguem com lixeira queda nessa manhã, mas ainda sem uma definição mais consistente.

Resumindo, vejo o mercado para hoje como neutro, com viés altista.

Analisando o Ibovespa:

A exemplo da quinta-feira, o Ibovespa também deixou um candle de indecisão no pregão de sexta, o que me leva manter o mesmo cenário da última projeção, alterando somente a resistência imediata:

Só se define ao fechar acima 67.630 ou abaixo dos 66.050 (mínima de 23/02). Rompendo acima abre-se um curto pivô de alta, o que remete o índice a testar os 68.225. Por outro prisma, perdendo o suporte de 66.050 se configuraria um novo e curto pivô de baixa, forçando o índice para buscar o suporte nos 64.000 pontos.

Sem essa definição, o IBOV continuará caranguejando em cima do muro.

Acompanhando a LTA (1) de médio e a LTB (2) de curto, temos um cunha formada, que tende a impulsionar o índice para o lado que romper, ou seja, mais um sinal de indecisão das massas.

Pelos indicadores, meu IE segue sem sinalização. H-MACD apresenta uma leve divergência baixista. Por fim o volume que veio baixo, em parte fruto da dúvida que se fez valer nos dois últimos pregões (lateralizados).

Por fim, assim como na sexta-feira, projeto o cenário para o IBOV no pregão de hoje como neutro, com viés altista.
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